O Governo português vai disponibilizar 1,4 milhões de euros em 2008, para o apoio à polícia, serviços de bombeiros e de migração de Moçambique, anunciou hoje o Ministério da Administração Interna de Portugal.
A concessão da verba foi divulgada pelo director do Gabinete de Relações Internacionais no Ministério de Administração Interna de Portugal, Paulo Caldas, no âmbito da visita de trabalho que está a realizar a Moçambique.
Com o dinheiro, serão capacitados formadores para aqueles três ramos do Ministério do Interior de Moçambique, que até ao momento tem dependido de instrutores enviados de Portugal para acções de formação, indicou Caldas.
O reforço da capacidade operativa da polícia, bombeiros e serviços de migração é também outra das componentes que serão financiadas por Portugal no próximo ano.
Ao abrigo da cooperação que os dois Estados mantêm no sector da segurança, quadros moçambicanos irão para Portugal no próximo ano, onde vão receber formação em temas como treino, investigação e pedagogia, acrescentou Paulo Caldas.
Caldas elogiou o governo moçambicano pela aposta na criação da Academia de Ciências Polícias (ACIPOL), a única instituição de ensino superior da polícia na África Austral e “vista na Europa como um modelo nesse ramo”. (fonte noticias lusofonas)
Laurentina-Na Babilogália deste Tuguistão...
4 comentários:
Olá linda :-)))
Estás muito natalicia... gostei.
Quem autorizou? E ainda erradamente designado... eheheh.
Beijocas
Isto faz-me lembrar aqueles campesinos que foram trabalhar para a cidade e que, sempre que vão à terra, gostam de dar dinheiro para a pavimentação de um caminho ou um novo Cristo na igreja.
Ajudar os outros, sim, mas quando se pode, sem dar fome aos nossos!
A não ser assim, é apenas fazer figura de novo-rico!
Um abraço.
Olá "micas" até que apareces...só assim!
pois esta mal designado so agora dei por ela ...mas ja vou corrigir deixa lá...
Beijão grande querida
Mocho, pois era mesmo ai que eu queria chegar...com 2 milhoes de pobres anda-se a ajudar os outros ?!
Mas que é isto?!
Mania das grandezas...ou novo-riquismo sem ter onde cair morto.
Beijão grande
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