Os ministros das Finanças da Zona Euro escolheram hoje, em Bruxelas, o governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio, para ocupar o cargo de vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE).
Não deixa de ser curioso ao que assistimos. Não só em Portugal. Embora se note mais no nosso País por questões de proximidade.
Enquanto as Instituições e os Países definham, empobrecem e se debatem com problemas gravíssimos, os autores e de algum modo co-responsáveis por todos estes dramas, prosperam, são premiados e vêm a sua acção (não faço juízos de valor) reconhecida através da atribuição de cargos cuja utilidade só interessa mesmo aos próprios.
Seguramente algo não vai nada bem.
Não obstante todos nós sabermos e desconfiarmos do que se passa, o cúmulo do descaramento toca as raias da provocação.
Sobram os cargos de confiança política e escasseiam cada vez mais os cargos atribuídos pela competência técnica, rigor e sentido de Estado.
A Europa, para muita pena minha, tornou-se num medonho e parece-me cada vez mais irreversível, covil de ladrões e oportunistas.
2 comentários:
Admirada(?!)
É o homem certo para este cargo,
o mesmo critério foi usado com Barroso.
Eles sabem muito bem quem devem escolher.
Uma das exigências é saberem servir os cafés...em reuniões.
lol
lol
lol
O fulano vai amargurado (vai ganhar menos), nós estamos livres desta lapa.
Cumps
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